segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

E o cavaleiro de armadura metálica que de tão brilhante, espelhava e reluzia tudo, mas a armadura agora é o que menos importa. Após varios dias montado em seu cavalo branco, que estava cansado e sujo após a longa jornada, chega diante ao dragão que raptou sua amada. O dragão, verde escuro, com o corpo coberdo de um couro que lembrava um jacaré, porem era brilhante ao mesmo tempo, como se estivesse com oleo pelo corpo, suas narinas, eram enormes, pareciam do tamanho de meia duzia de cabeças humanas, seus olhos, enormes, arregalados e azuis, com uma sombrancelha feita, belas, sua boca, com dentes enormes, e afiados, escorria a baba fétida de sua boca.
Quando se depara, o cavaleiro desmonta, e puxa sua espada, a qual era grande de mais para conseguir manejar, tenta algumas vezes levanta-la do chão, mas sem sucesso, tenta com as duas mãos, tambem não consegue nada... tentajoga-la na besta que o observa atentamente, porem sem nenhuma reação hostil, mas tambem falha... pore, ele começa a tirar a armadura na região da pubis, e nisto..[censurado]... o Dragão quando vê tal deformidade, sai assustado e o mais rapido que consegue correr do local que protegia, e nisto o cavaleiro com a armadura ao corpo novamente, entra no castelo e acha sua princesa, a qual para agradece-lo acaba por dar-lhe ...[censurado]... e após muito tempo, ambos muito cansados, voltam para o cavalo, em direção ao povoado.

2 comentários:

Anônimo disse...

Adorei suas estórias, Mah. Um tanto quanto criativas! Passarei por aqui mais vezes.
Te gosto! E obrigada.

Beijos

Anônimo disse...

Dragões, espadas, fogo... Medieval Metal! Anda ouvindo muito Virgin Steele, rapaz...